segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Os 6 experimentos Ciêntificos mais assustadores da história

A imagem de cientistas malucos sempre foi explorada pela literatura e pela indústria cinematográfica. Alguns desses personagens são apenas excêntricos e, mesmo com todas as suas manias e atitudes incomuns, acabam surpreendendo a todos de uma maneira positiva. É o caso do jovem Dexter, por exemplo, para o qual já dedicamos um infográfico.
Mas outros costumam ter um lado sombrio, capaz de criar verdadeiras atrocidades. Os profissionais da lista abaixo, talvez não apresentem má índole, mas os métodos que usaram para provar suas teorias e realizar suas conquistas parecem ter saído das mais fantasiosas páginas da ficção. Sendo assim, conheça os seis experimentos científicos mais assustadores da história.

1. Executado pela justiça e pela ciência

John W. Deering foi morto em 1938, durante um experimento científico. Mas calma: não aconteceu uma explosão por acidente. O caso é que Deering já havia sido condenado à morte por ter assassinado um homem durante um assalto e, sendo assim, concordou com a ideia de que médicos monitorassem seus batimentos cardíacos enquanto ele seria executado a tiros.
Sendo assim, em 30 de outubro de 1938, o condenado fez a sua última refeição e, na manhã seguinte (31), seguiu para cumprir a sua pena. Depois de ter os sensores de eletrocardiograma posicionados em seu pulso, Deering foi alvejado pelos tiros de cinco atiradores pagos pelo município de Salt Lake City. O exame registrou um espasmo de 4 segundos no coração do preso. Um tempo depois, o coração teve outro espasmo. E o ritmo foi diminuindo gradualmente, até parar completamente em 15,6 segundos depois de a vítima ter sido baleada.
De acordo com os médicos que conduziram o experimento, os resultados poderiam ser úteis para especialistas em doenças do coração, já que mostrava claramente o efeito do medo sobre o ser humano. Apenas por curiosidade, os batimentos cardíacos de Deering foram de 72 bpm para 180 bpm quando ele foi amarrado à cadeira de execução. Apesar da calma aparente do condenado, a média de batidas por minuto continuou alta até o fim do experimento.

2. A safadeza dos perus

Martin Schein e Edgar Hale, ambos da Universidade da Pensilvânia, ficaram intrigados com uma questão muito pertinente e que não podia ficar sem resposta: qual seria o mínimo estímulo necessário para excitar um peru a ponto de ele tentar copular? E antes que você pense besteira, é bom esclarecer: estamos mesmo falando da ave, aquela que faz “gluglu” e termina, inevitavelmente, servida como prato na ceia de fim de ano.
Tão surpreendente quanto a dúvida dos cientistas foi o resultado por eles encontrado. Usando o modelo realista de uma perua, os pesquisadores foram removendo partes de seu corpo aos poucos. Mesmo sem asas, pés e cauda, o modelo continuou sendo atraente para a ave, que tentou copular mesmo assim.
Não contentes, Schein e Hale foram além: colocaram apenas a cabeça da perua em um palito de madeira e, mesmo assim, o peru demonstrou um grande interesse por aquilo. Na verdade, o estudo concluiu que a ave prefere a cabeça no palito a um corpo sem cabeça. Agora, tente não pensar nisso no próximo Natal.

3. O terrível cão de duas cabeças

Em 1954, Vladimir Demikhov chocou o mundo ao apresentar o resultado de seu experimento: um cachorro com duas cabeças, criado cirurgicamente. Mas a monstruosidade não para por aí. O cientista não implantou apenas a cabeça, mas toda a região dianteira de um filhote no pescoço de um pastor alemão já adulto. Os jornalistas quase não conseguiam acreditar no que estavam vendo, principalmente quando os duas cabeças começaram a beber leite simultaneamente.
A União Soviética bradava o feito de Demikhov como prova da superioridade de seus médicos e, durante 15 anos, o russo criou 20 cães de duas cabeças, sendo que nenhum viveu durante muito tempo. O recorde de vida foi de um mês, já que havia uma rejeição muito grande do tecido enxertado.
Mas Demikhov não realizava esses procedimentos por sadismo. O médico foi o pioneiro nos estudos de transplantes de órgãos vitais e desejava, um dia, realizar o transplante de coração e pulmão em seres humanos. Mas quem acabou transplantando o primeiro coração humano, em 1967, foi o sul-africano Christian Barnard, que chegou a visitar o laboratório do soviético duas vezes e considerava Demikhov como um professor.

4. Transplante de cabeça de macaco

O americano Robert White transplantou a cabeça de um macaco para outro corpo (Fonte da imagem: Vice)
Como era de se esperar, o feito de Vladimir Demikhov acabou irritando outra superpotência da época, os Estados Unidos. Por isso, na tentativa de mostrar que os seus cirurgiões eram melhores, o governo americano financiou Robert White em uma série de cirurgias experimentais que resultaram no primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo, em 14 de março de 1970.
White e seus assistente levaram horas para realizar a cirurgia, que exigia até mesmo alguns movimentos coreografados para que pudesse ser realizada com sucesso. E eles conseguiram: removeram a cabeça de um macaco e a implantaram em um novo corpo. Quando o macaco acordou no novo corpo, ele começou a seguir o cirurgião com os olhos e a demonstrar raiva, deixando claro que não gostou do que tinha acontecido. Infelizmente, a cobaia sobreviveu por apenas um dia e meio, vindo a falecer por razões de complicações cirúrgicas.
Diferentemente do que aconteceu com Demikhov, Robert White não foi tratado como um herói pelo povo americano. A opinião pública, amedrontada pelo  experimento, condenou veemente o feito de White. Mas isso não impediu o doutor de continuar com seus estudos, chegando a sugerir a realização do mesmo experimento com cabeças de seres humanos que, pelo bem ou pelo mal, nunca chegou a acontecer. O cirurgião faleceu em setembro de 2010.

5. Eletrificação de corpos humanos

Em 1780, o professor de anatomia Luigi Galvani descobriu que um pouco de eletricidade fazia com que os membros de um sapo morto se contorcessem. Depois disso, outros cientistas europeus decidiram replicar o experimento. Não demorou muito até que resolvessem partir para algo um pouco mais assustador: aplicar choques em cadáveres de seres humanos. Foi quando Giovani Aldini, neto do professor Galvani, saiu em turnê pela Europa apresentando um dos espetáculos mais esquisitos a que o mundo já assistiu. O ápice de suas apresentações aconteceu em 1803, quando ele aplicou os polos de uma bateria de 120 volts ao corpo de um assassino que havia sido executado. Quando Aldini encostou os fios elétricos na boca e em uma das orelhas do cadáver, os músculos da mandíbula do morto se estremeceram e era como se o ex-assassino estivesse enfrentando uma grande dor. O olho esquerdo chegou a se abrir, como se estivesse encarando o seu torturador. Para terminar com chave de ouro, Aldini posicionou os fios na orelha e no reto do homem morto, fazendo com que o cadáver todo se sacudisse, como se estivesse voltando à vida. Acredita-se que foi uma dessas experiências que influenciou Mary Shelley a escrever “Frankenstein”, romance de 1816 que se tornou um dos livros mais famosos do mundo.

6. Experimentando vômito em nome da ciência

Durante o início do século XIX, o Dr. Stubbins Ffirth resolveu ir um pouco longe demais para provar a sua teoria. Ao notar que a febre amarela era muito comum no verão e desaparecia no inverno, Ffirth concluiu que a doença não era contagiosa e que, em vez disso, ela era causada por uma série de fatores estimulantes. Para provar que estava certo, o médico da Pensilvânia precisava se expor o máximo possível à febre amarela e mostrar que não havia sido infectado. Por isso, Ffirth fez pequenos cortes em seu braço e derramou, sobre eles, o vômito com sangue dos enfermos. Resultado: ele não ficou doente. Posteriormente, Ffirth também pingou gotas do característico vômito da doença em seus próprios olhos, além de ter inalado o vapor gerado ao ferver um pouco da mesma substância. Como se não bastasse, o cientista kamikaze também bebeu copos de vômito e, mesmo assim, não contraiu a doença. Como continuou saudável, o médico concluiu que a doença não era contagiosa e, infelizmente, Ffirth estava errado. A febre amarela é sim contagiosa, mas precisa ser transmitida diretamente na corrente sanguínea da vítima para infectá-la, o que normalmente acontece pela ação de mosquitos. Mesmo assim, levando em consideração tudo o que médico americano fez para se infectar, foi um verdadeiro milagre ele ter sobrevivido. E você? Iria tão longe assim para provar que estava certo?

10 Lendas urbana que enganaram todo mundo - inclusive você

Com a internet, é muito difícil saber a origem de um conteúdo ou se tudo o que é publicado é realmente verdadeiro. Dessa forma, vários mitos acabam se espalhando pela rede e são tomados como verdade pela maioria absoluta da população – ao menos até que alguém desminta tudo.
C. G. P. GREY é uma dessas pessoas: em seu canal no YouTube, ele criou um vídeo para demolir 10 mitos famosos que muita gente acredita sem questionar. Com argumentos convincentes e imagens ilustrando cada fato, ele ainda promete muito mais clipes (e verdades) para o futuro. Confiras algumas das frases analisadas:

1. A Muralha da China pode ser vista do espaço

E aí, cadê a Muralha? (Fonte da imagem: Reprodução / YouTube)
Muita gente fala isso, mas será que ela é mesmo a única construção do homem que pode ser vista lá de cima? Utilizando fotos via satélite, ele confirmou que é impossível diferenciar a grande coluna de pedra de algumas montanhas e riachos próximos.

2. Estalar os dedos causa artrite

Apesar de ser uma atitude socialmente pouco aceita, ainda mais em momentos formais, quem gosta de estralar os dedos pode ficar tranquilo: o ato não está nem um pouco relacionado com o desgaste dos músculos ou o surgimento de artrite.

3. Usamos apenas 10% do cérebro

O cérebro inteiro está em constante funcionamento. (Fonte da imagem: Reprodução / YouTube)
A concepção é bastante antiga: nosso intelecto é pouco aproveitado e habilidades escondidas (e sobrenaturais) estariam em partes obscuras do cérebro. Com exames de ressonância atuais, entretanto, é possível confirmar que todo o órgão tem uma atividade bastante movimentada durante nossa vida. Afinal, qual seria a utilidade dos neurônios “de férias”?

4. Esquimós têm centenas de palavras para “neve”

Sim e não. Os idiomas esquimós realmente têm várias palavras diferentes para se referir à matéria-prima dos iglus, mas todas elas contam com o mesmo significado final, sendo apenas formas diferentes de nomear o mesmo objeto. Em português, podemos definir “água” como “substância líquida”, “bebida refrescante”, “elemento natural”, “fonte de vida” e muitos outros, por exemplo. Várias maneiras, um só significado.

5. Água de torneira é ruim, engarrafada é boa

Aqui o negócio é relativo: em vários países considerados subdesenvolvidos não é uma boa ideia abrir uma torneira qualquer e beber o que sair dela. Ainda assim, um grande número de locais já conta com uma política sanitária avançada, que garante um tratamento igual a ambas as formas de água. Além disso, algumas empresas que vendem as garrafas simplesmente enchem as vasilhas com fontes que saem igualmente em sua casa.

6. O chiclete leva sete anos para ser digerido em nosso corpo

Esse é um bom mito para as mães que precisam impedir que os filhos engulam todas as gomas de mascar que elas virem pela frente – mas é mentira. O material do chiclete é sintético e extremamente resistente, mas ele não “gruda” dentro do corpo e passa normalmente por nosso sistema digestivo.

7. Precisamos de oito copos de água por dia

Calma, não precisa contar. (Fonte da imagem: Reprodução / YouTube)
Apesar do líquido ser muito mais recomendável do que refrigerantes ou bebidas alcoólicas, não há fatos científicos concretos que explicam o porquê da escolha de oito copos (ou 2 litros) como mínimo de consumo. Além disso, a hidratação em excesso é tão perigosa quanto o outro extremo.

8. O sangue que corre nas veias é azul

O mito aqui é de que o sangue sem oxigênio seja azul – algo mostrado em ilustrações e no tecido desses vasos sanguíneos. Mas não é esse elemento que deixa o líquido vermelho, e sim a hemoglobina, cujo elemento mais abundante é o ferro.

9. Ventiladores podem matar

O mito é bastante difundido na Coreia do Sul: se funcionar por muito tempo, o ventilador vai tomar todo o ar do ambiente e matá-lo por asfixia. Não é necessário dar muitas explicações aqui: o fato é simplesmente improvável.

10. Engolimos cerca de 8 aranhas por ano durante o sono

Impossível não é, mas é altamente improvável. (Fonte da imagem: Reprodução / YouTube)
O mito é bem nojento: ao dormir com a boca aberta, uma pessoa acaba engolindo várias aranhas por ano sem saber. Pode ficar tranquilo: é muito fácil desmentir isso, já que elas preferem ambientes bem diferentes do interior do ser humano – que é normalmente evitado pelo bicho, quando ele não se sente em perigo. Ah, e seria muito fácil de perceber se um aracnídeo estivesse passeando por seu rosto, não é mesmo?

Os animais sonham????


Pshhhhhh (Fonte da imagem: Petlittle)
Embora não se saiba exatamente o motivo, os cães e outros animais são sim capazes de sonhar. Na realidade, eles passam pelos mesmos estágios de sono do que um ser humano, só que mais rapidamente. É o que Stanley Coren, psicólogo da Universidade de British Columbia, afirma no seu livro “The Intelligence of Dogs” (“A inteligência dos Cães”).
Os sonhos, quando dormimos, acontecem ao alcançarmos um estágio conhecido como REM ou “Rapid Eye Movement” ("movimento rápido dos olhos"). Nesse momento, há um crescimento da atividade cerebral, que, em um adulto, dura entre 10 e 20% do tempo total do sono. Nos cães, acontece o mesmo, porém em ciclos muito mais rápidos e mais repetitivos. Na realidade, esse processo acontece com todos os mamíferos e alguns pássaros.
O objetivo dos sonhos ainda é um mistério para os cientistas até hoje, sendo que a teoria de que os sonhos simulam regiões do cérebro associadas com memórias é a mais aceita. Portanto, a próxima vez que você ver seu
Portanto, a próxima vez que você ver seu cão dormindo e movendo a pata, saiba que ele está sonhando. Melhor não incomodar.

5 Fatos Curiosos sobre os sonhos

Talvez, para a maioria das pessoas, os sonhos sejam apenas aquelas histórias que ocupam a cabeça durante uma boa noite de sono. Às vezes são assustadores. Às vezes são engraçados. Às vezes trazem realizações que gostaríamos de ver incluídas em nosso check-list. E, por fim, em muitos casos, trata-se, aparentemente, apenas de um amontoado de imagens aparentemente sem sentido — isso caso você consiga se lembrar de algo ao acordar.
Mas deve haver algo mais. De acordo com o psicoterapeuta Jeffey Sumber — em entrevista ao site Psychcentral —, “o maior mito sobre os sonhos é aquele que assume que se tratam apenas de manifestações frívolas de ocorrências diárias”. Quer dizer, você sabia que a linguagem utilizada pelos sonhos é predominantemente simbólica? Vários estudos apontam para a descarga inconsciente representada pela atividade de sonhar.
Além disso, é provável que os temas dos seus sonhos variem consideravelmente conforme você envelhece — embora condições emocional e biologicamente relevantes, como a gravidez, também tendam a reger as “doideiras” do sonho.
Enfim, caso você ainda não esteja convencido de que a sua capacidade de voar ou aquele seu harém particular não são apenas entretenimento promovido pelo bom e velho João Pestana, confira abaixo uma lista com cinco fatos particularmente curiosos sobre os sonhos — talvez alguns deles até influenciem a sua próxima noite de sono.

Os temas dos sonhos variam de acordo com a idade


Talvez você pense que os seus sonhos são exclusivos — quer dizer, com conteúdos originais provenientes do cotidiano, talvez. Bem, é provável que essa não seja exatamente a verdade.
De acordo como psicólogo Ian Wallace, autor do livro “The Top 100 Dreams” (algo como “os 100 sonhos mais comuns”, em uma tradução livre), há diversos temas comuns nos sonhos dos seres humanos. “Embora nossas experiências de vida variem, temos padrões de comportamento similares e mentes similares”, afirmou Wallace em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
E mais: a sua idade pode determinar o tipo de material simbólico que embala o seu sono. Segundo o pesquisador, é comum que crianças sonhem com algo assustador que habita os cantos do quarto. Já adolescentes normalmente são perseguidos por zumbis, perdem os pais ou ficam presos em cemitérios. Juntamente com os deveres da idade adulta, entretanto, surgem pesadelos sobre perder o avião ou abandonar os filhos por engano.

A sua TV pode determinar as cores do seu sonho


Diversos elementos emocionalmente relevantes acabam por encontrar reflexo em nossos sonhos. Com a manternidade não haveria de ser diferente. A psicóloga Marion Gallbach, autora do livro “Aprendendo com os Sonhos”, acompanhou diversas mulheres grávidas de primeira viagem para sua dissertação de mestrado.
Em entrevista ao site O Significado dos Sonhos, Marion disse que oito em cada dez gestantes  sonhavam com “água”, “dilúvio” e “tsunamis”, embora leite e filhotes de animais também sejam temas recorrentes. Segundo a psicóloga, tratam-se de símbolos comumente relacionados com o instinto biológico, e também com as mudanças físicas e psicológicas pelas quais passa uma gestante.

Seus sonhos revelam muito sobre a sua personalidade

Para quem normalmente ignora os sonhos (bons ou ruins) assim que desperta, eis um aviso: as quimeras que povoam o seu sono REM podem revelar mais do que parece sobre a sua personalidade. “Algumas pessoas podem sentir que seus sonhos são assustadores, que provocam ansiedade, e que seria melhor acordar para se sentir bem novamente”, disse o psicoterapeuta Jeffey Sumber ao site Psychcentral.
Ele continua: “essas pessoas tendem a ignorar os sentimentos que o inconsciente tenta fazer com que confrontem nos seus sonhos. Sonhos representam uma oportunidade de aprender mais sobre nós mesmos e sobre o caminho escolhido na vida. Normalmente, trata-se da tentativa de estabelecer uma ponte entre a mente inconsciente e a mente consciente”.
Bem, mas qual seria a melhor forma para que você se conheça através dos seus sonhos? O pesquisador sugere uma pequena lista que deveria ser considerada para tanto:
  • Anote o conteúdo dos seus sonhos: mantenha um bloco de anotações ao lado da cama, a fim de anotar o que puder se lembrar do sonho no momento em que acordar;
  • Identifique os seus sentimentos durante um sonho: você sentiu medo, excitação, remorso, raiva? Tente descrever como se sentiu durante a sonho;
  • Considere todos os elementos: você pode ser retratado de inúmeras formas nos seus sonhos. Você pode tanto ser o herói quanto o vilão, por exemplo. De qualquer forma, vale levar em consideração todos os detalhes; e
  • Mesmo os sonhos mais comuns podem ter grande significação: mesmo um singelo café da manhã pode revelar muito sobre o seu inconsciente. Dessa forma, vale dar atenção mesmo aos sonhos mais comuns e, aparentemente, irrelevantes. Afinal, você pode estar sozinho ou acompanhado durante uma refeição ou o prato pode ser o mesmo que sua mãe preparava durante a sua infância.

O Sol é amarelo???

Muitas vezes, aquilo que enxergamos não é exatamente o que deveríamos ver. Prova disso são os muitos relatos de avistamento de discos voadores, que nunca podem ser comprovados. Nesse caso, a maioria das pessoas acaba não sendo uma fonte muito confiável, já que está sujeita a influências psicológicas, ilusões de óptica e efeitos atmosféricos capazes de “nublarem” a razão de qualquer um.
Quer um exemplo prático? Vá até a janela e olhe para aquela imensa sala azul que, na internet, chamamos de “mundo real”. Bem no alto dela há um pixel muito brilhante, conhecido como Sol. Se olharmos diretamente para ele — e nunca use um binóculo ou telescópio para isso; caso contrário, você perderá a visão —, podemos afirmar com segurança que o nosso Astro Rei possui uma cor amarelada.
Talvez por isso seja tão comum escolhermos um lápis de cor de tom amarelado para colorirmos a representação gráfica de nossa estrela vizinha. Na prática, a cor cai bem e torna o desenho mais realista. Porém, dependendo da ocasião, para levar o realismo a sério seria necessário mudar a cor do Sol, já que, se visto do espaço, o astro seria branco.

Por que o Sol (não) é amarelo?

O Sol parece amarelo pela mesma razão que, para nós, o céu tem cor azul: a atmosfera da Terra serve como uma espécie de filtro, fazendo com que determinados espectros que formam a luz solar não cheguem até nós. Nesse caso em específico, a atmosfera terrestre dispersa os espectros do intervalo azul-violeta, fazendo com que apenas os outros cheguem até nós. Por isso, a aparência dessa estrela acaba sendo mais amarelada. E de acordo com o Today I Found Out, os web designers talvez gostem de saber que a cor exata do Sol é representada pelo código hexadecimal #fff5f2.

O caso do céu avermelhado


O mesmo processo é responsável por outros efeitos visuais interessantes, como
o céu que se torna mais amarelado durante o pôr do Sol. Além disso, há ocasiões em que tanto a estrela quanto o firmamento ganham uma coloração avermelhada.
A razão para isso acontecer se deve ao fato de que o Sol está sumindo na linha do horizonte e, durante esse momento, o astro está em um ângulo tal que a luz precisa atravessar uma camada muito maior de atmosfera, tornando mais difícil a propagação de ondas de comprimentos mais baixos, como a da cor azul. Dessa forma, o que sobra é o amarelo.
Porém, pode acontecer de o ar estar carregado de poeira ou outras partículas grandes. Nesse caso, ondas de comprimentos maiores também serão filtradas, deixando o céu e o sol com uma coloração avermelhada.

Mito ou Verdade: Os refrigerantes dissolvem os dentes??????

ocê já deve ter ouvido falar em algum lugar que a Coca-Cola é capaz de dissolver um dente ou até mesmo corroer pregos. O Tecmundo já colocou à prova essa teoria e comprovou que as chances de essa lenda ser verdadeira são muito remotas. Mas como esse mito nasceu?
O crédito desse boato poderoso e que até hoje ainda é tido como verdade por muitas pessoas cabe ao professor Clive McCay, da Universidade de Cornell. Ele testemunhou perante à Câmara dos Deputados dizendo que se um dente humano for deixado por 24 horas dentro de um copo de Coca-Cola ele iria se dissolver.
O artifício foi usado não para provar a dissolução, mas para mostrar que o refrigerante é capaz de causar danos aos dentes, mas seu exemplo foi bastante extremo. Fora dali a lenda ganhou vida e muitos incluíram até mesmo os pregos nos rumores, nunca confirmados pela ciência. As histórias se espalharam com tanta eficiência que até mesmo na página da Coca-Cola há menções a esses rumores.

7 coisas sinistras que já despencaram do céu....

Normalmente esperamos que apenas água — na sua forma líquida ou sólida — caia do céu. Entretanto, existem inúmeros registros de eventos nos quais o que veio lá de cima foi algo completamente inesperado.
Confira a lista abaixo:

Aranhas voadoras

Em abril de 2007, o fotógrafo argentino Christian Gaona, de passeio pela Montanha de São Bernardo, na Província de Salta, se deu conta que o terreno pelo qual caminhava estava forrado de aranhas. Quando olhou para cima, percebeu que elas, na verdade, estavam caindo do céu.
A foto acima é de autoria de Christian e, embora a razão de estar chovendo aranhas ainda seja um mistério, mas a teoria mais aceita é de que os bichinhos, que são bem leves, foram transportados por um tornado.

Chuva sangrenta

Em 2008, na Colômbia, um bacteriologista atestou que as gotas vermelhas que caíram sobre a comunidade de La Sierra era sangue, e o padre local afirmou que se tratava de um sinal divino para que as pessoas parassem de cometer tantos pecados.

Vaca kamikaze

Em 1997, pescadores japoneses resgatados pela marinha russa, afirmaram que seu pequeno barco havia sido atingido por uma vaca caída do céu, que afundou a embarcação. Duas semanas depois, as autoridades russas informaram que os tripulantes de um avião cargueiro da Força Aérea Russa eram os responsáveis pela vaca camicase.
Eles roubaram o animal, que começou a se debater dentro do avião durante o voo. Sentindo que a vaca poderia por a aeronave em risco, eles decidiram lançar o pobre animal lá de cima, que, por azar, atingiu o pequeno pesqueiro japonês em cheio.

Vômito de urubu

Em 1876, no Kentucky, ocorreu uma chuva de pedaços de carne que deixou muita gente intrigada. Teve até quem se arriscou a degustar a iguaria caída dos céus, afirmando que podia se tratar de carne de carneiro ou veado.
Um cientista da Real Sociedade Britânica de Microscopia, entretanto, sugeriu que se tratava de vômito de urubus, que haviam comido a carne de cavalos mortos e decidiram sobrevoar a área atingida pela chuva bizarra.

Peixes, sapos e girinos

Esses provavelmente são os viajantes celestes mais comuns, pois existem registros de eventos envolvendo essas criaturas de várias partes do mundo. Tão comum que em Honduras, por exemplo, a comunidade de Yoro celebra um festival anual dos peixes vindos do céu.

Dinheiro!!!

Uma mulher alemã, que conduzia o seu carro tranquilamente, viu através de seu espelho retrovisor uma chuva de notas de dinheiro caindo do céu. Ela chegou a parar o carro e a coletar uma quantidade substancial, mas acabou entregando tudo às autoridades.
Quando a polícia chegou ao local da “chuva”, nenhum vestígio do dinheiro foi encontrado, e até hoje, ninguém sabe explicar o que aconteceu.

Alienígenas pulverizados

Quando uma chuva de partículas vermelhas atingiu várias regiões da Índia em 2001, cientistas locais afirmaram que poderia se tratar de micróbios alienígenas provenientes do espaço. Um estudo chegou a ser publicado em uma prestigiosa publicação que trata de temas relacionados à astrofísica e ciências espaciais.
Algumas amostras da chuva foram isoladas e analisadas, e a única coisa que se sabe até o momento é que as partículas não apresentam DNA e se reproduzem facilmente em água, mesmo a altíssimas temperaturas.